INVESTIGADORAS

  • ISADORA ALVES

    ATRIZ, INVESTIGADORA, ARTISTA VISUAL

    Isadora Alves (1996, Lisboa) trabalha como actor e artista nos campos da performance, escultura, filme e escrita.

    Os seus trabalhos são frequentemente performances na paisagem, onde a luz tem sido matéria central de estudo.

    Centrada em ecossistemas extremados, nos seus trabalhos tem colaborado com cientistas e comunidades locais, monitorizando o recuo de glaciares como o Rote Wand, o Adamello ou o Sólheimajökull e a atividade vulcânica em curso na península de Reykjanes.

    O seu trabalho foi apresentado na HIAP Gallery Augusta, Fundação Beyeler, MoMA - Museum of Modern Art, Fotofestiwal Lodz, Mengi, Zentralwäscherei, Queer Museum Vienna, Kunstverein Freiburg, UNESCO-Biosphärenpark Großes Walsertal, Galeria Monumental, Jardim do Museu de Lisboa e em paisagens como a baía vulcânica de Reykjanes, os Alpes austríacos e o deserto de Sonora no Arizona.

    Como intérprete integrou obras de artistas como Catherin Schöberl, Isadora Neves Marques, Claudia Popovici, Miguel Bonneville, Maria Duarte, Pedro Paiva, Niño Proletário, Pedro Cabeleira, Diogo Costa, entre outros. Os seus trabalhos foram apresentados em salas de espetáculo e festivais de cinema como o CAM - Gulbenkian, Festival de Cannes – Semaine de la Critique, Locarno Film Festival, Teatro Nacional D. Maria II, Culturgest, Teatro da Trindade, Teatro Maria Matos, Kunstverein Freiburg.

    Isadora leccionou na University Center of the Westfjords, La Citta dell Utopia, Iceland University of the Arts, HDK-Valand - University of Gothenburg, é investigadora convidada na Desert Humanities Institute - Arizona State University, colaborou com o Institut Polytechnique de Paris e com a National Geographic.

    Recentemente publicou Mourning a Thawing Glacier: Collective Practices for Ecological Grief - Apria Journal (2024); Archives of the Earth > Vol. B / “Archive” - Corrispondenze Farespazi, Torino, Italy ; Archives of the Earth 2023 - Cambridge Journal of Visual Culture - issue 2; Nature Design Guide - UNESCO biosphere reserve Großes Walsertal.

    É co-fundadora do coletivo Sympoietic Society com o qual investiga práticas artísticas coletivas em torno da descentralização do humano e a perda do folclore associada ao degelo dos glaciares na Europa.

    Foi distinguida com o Prémio SPA de Melhor Espetáculo de Teatro em 2018. Em 2022, integrou a seleção dos 100 jovens criadores europeus pela plataforma DeStructura. Em 2023, foi destacada pela Forbes AU na lista 30 Under 30 x Leica pelo seu trabalho de investigação artística na península vulcânica de Reykjanes, na Islândia. Foi distinguida com o prémio Vorarlberger Kreativpreis 2025 pelo projeto desenvolvido em torno do glaciar de Rotewand.

    SITE

    IMDB

    isadora.alves.arodasi@gmail.com

    LISBOA

  • NAY ARAÚJO

    CHEFE DE PRODUÇÃO E/OU ASSISTENTE, CURADORA, PRODUTORA EXECUTIVA E(OU ASSISTENTE, PROGRAMADORA INVESTIGADORA

    Produtora, pesquisadora, curadora e realizadora audiovisual. Doutora em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, mestre e graduada em Comunicação. Acumula experiência no mercado de televisão (TV Globo); publicidade; ações instituicionais/governamentais (Programas Cine Mais Cultura e Programadora Brasil - SAV/MINC) e mostras e festivais. Dentre os filmes que participou, destacam-se “Pasajeras”, em que atuou com produtora geral, e “A Bacharel e o Presidente”, em que exerceu as funções de roteirista e diretora, dentro 2a Oficina de Audiovisual do CPDOC-FGV.

    CV

    xicanay@gmail.com

    LISBOA

  • RITA BENIS

    ARGUMENTISTA, PROFESSORA/FORMADORA, REALIZADORA E/OU ASSISTENTE, INVESTIGADORA

    Argumentista de cinema premiada, trabalha desde 2000 na escrita de argumentos e realização. Colaborou, entre outros, com Teresa Villaverde, Margarida Gil, Jorge Cramez, Pedro Figueiredo Neto, Inês Oliveira, António Cunha Telles, Vincent Gallo e Catherine Breillat.

    Faz parte da direcção e é membro fundador da MUTIM – Associação das Mulheres Trabalhadoras das Imagens em Movimento.

    Investigadora do Centro de Estudo Comparatistas (CEComp) da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, encontra-se a concluir o doutoramento sobre o argumento cinematográfico em Manoel de Oliveira (bolsa FCT). Enquanto docente académica e formadora a sua experiência tem-se focado sobretudo no lecionar de matérias ligadas à escrita e ao cinema (Argumento Cinematográfico,História do Cinema, Adaptação Literária).

    Co-editou a revista electrónica Falso Movimento – Estudos sobre Escrita e Cinema e tem traduzido e publicado diversos textos sobre a matéria – entre os mais recentes a co-organização do livro Escrita e Imagem (Documenta 2020) e a participação nos volumes The Palgrave Handbook of Script Development (2021) e The Palgrave Handbook of Screenwriting Studies (2023).

    IMDB

    ritabritobenis@hotmail.com

    LISBOA

  • LÍGIA MACIEL FERRAZ

    CRÍTICA, INVESTIGADORA

    Doutoranda em Media Artes pela Universidade da Beira Interior, mestre em Estudos Comparatistas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e investiga as relações de classe e o trabalho doméstico no cinema latino-americano. Co-criadora do perfil Elas no Cinema em Lisboa, divulga e escreve sobre filmes realizados por mulheres exibidos nos festivais de cinema e no circuito comercial da capital portuguesa.

    CV

    ferrazligia@yahoo.com.br

    LISBOA

  • HELOISA TOLEDO MACHADO

    ARGUMENTISTA, ATRIZ, INVESTIGADORA, PROFESSORA/FORMADORA, REALIZADORA E/OU ASSISTENTE

    Professora e Pesquisadora, (Cinema e Vídeo), no IACS / Instituto de Arte e Comunicação Social da UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

    UFF, tendo sido professora também na Faculdade de Comunicação da UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA / UNB e da Escola de Artes Cênicas, da UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO / UNIRIO e na Escola Superior de Teatro e Cinema, ESTC, do IPL. Coordenadora e Vice-Coordenadora do Programa de Pós-Graduação: Ciência da Arte/UFF.

    Atualmente, é investigadora colaboradora do CIAC/UALG. Projetos de Pesquisa e Extensão: A PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS FICCIONAIS PARA A TV PÚBLICA COMO FATOR DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL; A ANÁLISE ATIVA NA DIREÇÃO DE ATORES PARA CINEMA, TELEVISÃO E TEATRO; LABORATÓRIO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA; LABORATÓRIO DE VÍDEODRAMATURGIA.

    O último filme, ESCOBAR, teve pré-estreia na Cinemateca Portuguesa e foi selecionado pelo FESTIN/23, com estreia no Cine Ideal, Lisboa.

    helo.toledomachado@gmail.com

    OEIRAS